Empenhados na Dawa
Colunas - Abdullah - Direto de São Paulo - Paraíso
Qui, 04 de Março de 2010 10:12
A convite do Portal IslamBr escrevo este pequeno texto a respeito da recente experiência de distribuição de folhetos sobre do Islam, porém, deixo claro que não sou nenhuma autoridade religiosa, apenas quero ser um bom muçulmano. Primeiramente, gostaria de dizer que por motivo de falta de estrutura tudo decorreu de uma maneira muito simples: foi elaborado um pequeno texto com informações básicas sobre o a religião incluindo a crença no Deus Único; qual o Livro Sagrado da religião; aceitação de todos os Profetas e Livros anteriores; renegação da doutrina da trindade e observação de que somos contrários ao terrorismo. O material distribuído foi xerox, a forma de confecção foi simples: Cada folha de papel rendeu oito cartões, retirei cinqüenta cópias, assim sendo obtive quatrocentos cartões após cortarem-se as folhas.
Até o momento tive duas experiências, na primeira fui sozinho nas intermediações das estações do Metrô paulistano do Paraíso e Brás e distribui aproximadamente duzentos panfletos. A segunda se deu com a participação de mais três irmãos e ocorreu no Bairro Paraíso. Estou preparando uma nova distribuição para este fim de semana, mas meu intuito é fazer isto semanalmente.
Quanto à experiência em si, tenho a dizer que foi bem diversificada, algumas pessoas perguntavam coisas básicas: queriam saber o que é Islam; mesquita; onde tem mesquita; se cremos em Jesus etc... Uma senhora evangélica não aceitou um panfleto, pois não gostou quando eu disse: “conheça o Islam, a maior religião do mundo hoje”. E retrucou falando de Jesus associando-o a Deus.
A forma de abordagem: Simplesmente ficávamos em lugares de movimento oferecendo os panfletos com frases como: “Bom dia, conheça o Islam”, “Não creia em tudo o que vê na mídia”, “Visite uma mesquita” e etc... Um caso interessante foi quando eu ofereci um panfleto a um garoto, mas ele não aceitou e continuou andando, mas continuei dizendo o seguinte “Não creia em tudo o que vê na mídia”, então ele voltou e pegou o panfleto.
A forma com que estávamos trajados era simples: Um irmão estava completamente caracterizado com túnica e taquia, eu estava ora “normal” e ora de taquia, outro irmão estava de taquia. Achei boa esta diversidade, pois a pessoa pode ver que algumas coisas não são obrigatórias para um muçulmano como, por exemplo: O uso da taquia , da túnica e da barba. Além disso, as pessoas também puderam ver não há seleção étnica no Islam, pois havia irmãos de diferentes traços, por isto acho importante a participação de muitos irmãos para testemunhar a favor da religião da verdade.
Que Deus, Louvado Seja, ajude o Islam a crescer no Brasil e no mundo e nos conceda misericórdia no Dia do Juízo.
Leonardo Correia Mota, que adotou o nome de Abdullah após a reversão, tem 25 anos, é bacharel em matemática (USP 2009) e funcionário da CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Em 2005 teve contato e passou a ler o Alcorão Sagrado, o que levou-o a reverter-se ao Islam há1 ano e meio.
Para falar com o autor, envie um e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .




