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Documentário: “Nós descobrimos a América antes de Colombo”

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A Universidade de TAIBA decidiu patrocinar a pesquisa científica conduzida por um membro de seu corpo docente, Dr. Khaled Ali Abul-Khair, do departamento de comunicação e informação.

O Dr. Kaled Abul-Khair pesquisou durante dois anos e meio o papel dos árabes da Andaluzia e de Abu Bakr II, imperador de Mali, no descobrimento da América , mais de três séculos antes de Colombo. Para realizar este trabalho, o Dr. Khaled Abul-Khair dedicou dois anos e meio para a sua pesquisa, viajando em duas ocasiões para a Espanha, para o Marrocos, o Brasil, o Mali e o Senegal, percorrendo um total de cento e onze mil e trezentos e setenta e um Km.

Para a realização de sua pesquisa, o Dr. Khaled Abul-Khair empregou a metodologia científica para chegar à informação, baseando-se nos arquivos de centros de pesquisa especializados, como o Centro Andaluz de Pesquisas do Marrocos. Ele encontrou-se também com pesquisadores do departamento de história da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal da Bahia. Além dessas fontes, o pesquisador teve acesso ao arquivo histórico de Luiza Izabel Alvares, duquesa de Medina Sidonia. Ele encontrou-se também com o Dr. Gaosso Diawaria, de Mali.

No mesmo contexto, o pesquisador manteve contato com mais de 30 pesquisadores, dos quais professores universitários e historiadores, na Espanha, no Marrocos, no Brasil, no Mali e no Senegal, visando documentar as informações apresentadas no filme documentário.

Assim, o Dr. Khaled Abul-Khair, comprovou, através dos professores ocidentais e africanos com os quais manteve contatos, os fatos e as teses históricas seguintes:

– O Continente americano, após a chegada dos ameríndios, que foram os primeiros habitantes do Continente, foi palco de diversas expedições exploratórias que partiam das antigas civilizações humanas da Ásia, da África e da Europa.

– Em seu documentário, o pesquisador revisitou as teses históricas dos descobridores fenícios, japoneses, vikings escandinavos e a expedição de JANK, descobridor chinês muçulmano.

– O pesquisador destacou, baseando-se sempre em fatos e provas, o papel dos árabes da Andaluzia e do imperador de Mali, Abu Bakar II, no descobrimento do Brasil, quase dois séculos antes de Colombo

– O pesquisador correlacionou o papel da Andaluzia muçulmana, no inicio do seu processo de decadência, no século XIII, com a transferência de sua civilização para Timbuktu, no Império de Mali, que ficou conhecido na história pela sua riqueza em Ouro

– O filme documentário fundamenta seu valor científico nas verdades científicas apresentadas pelos pesquisadores ocidentais que ele encontrou, tendo gravado as entrevistas que ele fez com estes durante as suas viagens para a Espanha e para o Brasil. O filme documentário baseou-se ainda em dois livros escritos pela ilustre historiadora espanhola, Duquesa Luiza Izabel Alvares, duquesa de Medina Sidonia, que é membro da nobreza espanhola, ocupando a terceira posição hierárquica, depois do rei Juan Carlos e da duquesa da cidade de Alba de Torres. Os dois livros, publicados pela Duquesa, respectivamente em 1992 e 2008, são intitulados: “ Não Fomos Nós” e “ A África versus América”.



1- Metodologia do filme documentário

O Documentário, intitulado: “Nós Descobrimos a América Antes de Colombo” entra na categoria de documentários científicos , no qual o autor alia o texto científico do vídeo às entrevistas científicas, feitas com os integrantes do filme, de um modo de apresentação muito atrativo, que alterna as imagens, as informações, os locais e os países de uma forma natural e coerente.

Além disso, o documentarista empregou as pausas entre cenas e os efeitos visuais de modo a evitar a monotonia e aproximar a informação científica do espectador leigo.

Para a montagem de seu documentário, o autor valeu-se, ainda, dos critérios internacionais da produção televisiva, tanto quanto à qualidade da imagem, como ao tempo de exposição de cada integrante do documentário.

Apesar dos integrantes do filme falar em cinco línguas, o inglês, o espanhol, o português, o francês e o árabe, o espectador percebe uma continuidade natural na transição de uma língua para outra e na evolução do filme, no qual o desenrolar das cenas se equilibra entre o apresentador e os integrantes, independentemente das línguas que estes falam ou dos seus países.
A música de fundo, cuja maior parte é da autoria do cantor inglês, Ali Keeler, foi empregada com sucesso pelo autor para marcar a transição de uma cena para outra e de um trecho para outro. A melodia foi cuidadosamente escolhida para que seja em sintonia com as músicas espanhola, africana, brasileira e árabe andaluz, além da música internacional.

2- Projeto de cooperação com as universidades e as organizações científicas

A universida de Taiba apresenta este trabalho científico com o objetivo de resgatar fatos históricos que foram ignorados pelos historiadores ocidentais, e como uma forma de contribuir no resgate da história dos árabes da Andaluzia e da história dos muçulmanos da África, os quais tiveram o mérito de descobri a América antes de Colombo, sem ignorar o papel dos outros descobridores citados nos livros dos historiadores ocidentais e as teses relativas à chegada de outros descobridores à América, como os fenícios, os vikings, os irlandeses, os japoneses, os chineses e os polinésios.

Em sintonia com a sua vontade de difundir o conhecimento, a universidade de Taiba aprovou um plano de promoção do filme documentário, com o objetivo de levá-lo ao conhecimento do público, mediante a sua apresentação nos fóruns e nos eventos científicos, nas universidades e escolas ao redor do mundo.

A universidade de Taiba busca também estabelecer convênios científicos com universidades de todo o mundo e organizações científicas especializadas na difusão das ciências, da cultura, como a UNESCO, a ISESCO, o Organismo para a Educação dos Países do Golfo e a Liga das Universidades Islâmicas.

Ao patrocinar este projeto científico, a Universidade de Taiba busca tornar público o seu papel na difusão do conhecimento e da ciência, e estimular o debate científico e cultural entre os especialistas da pesquisa histórica a fim de estudar e pesquisar de forma ainda mais aprofundada este tema. A universidade de Taiba terá, então, o mérito da iniciativa neste campo, de modo que todo aquele que aprofundar o estudo do tema fará referência ao trabalho já realizado pela Universidade de Taiba, acrescentando-lhe o que encontrar de informações.

Este filme documentário foi realizado inicialmente em inglês, tendo sido traduzido ao árabe, ao espanhol, ao francês e ao português.

O projeto de cooperação com as universidades e as organizações científicas internacionais visa o seguinte:

– Apresentação do documentário nas universidades internacionais, como forma de intercâmbio científico e cultural entre, de um lado, a universidade de Taiba, na Arábia Saudita, e do outro lado, as universidades e organizações científicas internacionais.

– Adoção do documentário pelas universidades e organizações científicas internacionais, como a Unesco, como sendo parte do esforço pela preservação do legado histórico dos povos e das nações.

– Publicação do filme documentário nos sites da UNESCO e nos sites das universidades internacionais e das organizações científicas internacionais, para ser disponibilizado para os pesquisadores ao redor do mundo. nas línguas para as quais o documentário já foi traduzido.

– Convidar as universidades e as organizações científicas internacionais para participar do encontro científico que a Universidade Taiba pretende organizar sobre o papel dos árabes e dos muçulmanos africanos no descobrimento da América.